["Talvez você já tenha lido isso em algum lugar" ]
Um dia resolvi fazer aulas de Muay Thai, ou boxe tailandês. Fazia parte de um projeto de me tornar uma pessoa melhor, mais ativa fisicamente e uma tentativa de encontrar alguma coisa que fizesse eu não desistir tão rápido de frequentar a academia. Sim, porque eu sempre tive milhares de desculpas para não ir à academia. Deu certo!
Às vezes falho, mas ainda posso dizer que vou religiosamente às aulas. Ao contrário do que imaginava não me tornei uma pessoa mais agressiva depois dos treinos. Descobri uma válvula de escape para o estresse e uma poderosa arma contra a TPM avassaladora que sempre me visitava.
No começo repetia para mim mesma, eu só quero me exercitar, nada de pegar pesado. E quando assisti aos primeiros treinos-luta achava muito violento e pensava como alguém pode gostar de fazer isso! Jamais vou fazer isso. Deu tão errado!
Depois de um (bom) tempo já estava treinando sem aparadores. O que significa, em outras palavras, bater efetivamente em alguém. E só quem já ousou a pisar em um tatame vai compreender o respeito que é preciso ter com o outro para treinar dessa maneira. Parei no meio da brincadeira por problemas técnicos. Minha lente rasgou, voltei a usar óculos e tive que voltar aos aparadores. (por pouco tempo eu juro)
Ganhei um esporte para chamar de meu e uma academia para chamar de minha! Minha coordenação motora, reflexo e poder de concentração aumentaram. Minha confiança também. De alguma forma saber que você aguenta 1 hora de exercícios pesados e que é capaz de dar um soco e um chute – mesmo que isso jamais seja necessário - te fazem uma pessoa menos frágil. É uma pitada de ousadia e garra que gosto de acrescentar à minha feminilidade.
Na semana passada, assisti ao meu segundo evento de MMA – Mixed Martial Arts – o antigo vale tudo. Eu, quem diria! Estava na arquibancada, uniformizada. E como eu estava errada!
É digno de aplausos o que se vê no ringue. São sonhos colocado à prova. É uma luta, não uma briga! É um esporte e como outros, tem suas regras, sua beleza ! E que me desculpem os outros, mas não tem nada mais emocionante do que ver alguém que você conhece em cima do ringue. Não tem como não gritar, bater palmas e puxar o coro com o nome do lutador. E não tem como não explodir vendo que ele consegue se desvencilhar do adversário e acertar àquele golpe! Não tem como não ficar rouca torcendo por alguém que mesmo machucado consegue entrar, dar show e humildemente oferecer a vitória ao amor da sua vida e agradecer respeitosamente ao adversário.
Mudei de ideia sobre o MMA, que bom!
Às vezes falho, mas ainda posso dizer que vou religiosamente às aulas. Ao contrário do que imaginava não me tornei uma pessoa mais agressiva depois dos treinos. Descobri uma válvula de escape para o estresse e uma poderosa arma contra a TPM avassaladora que sempre me visitava.
No começo repetia para mim mesma, eu só quero me exercitar, nada de pegar pesado. E quando assisti aos primeiros treinos-luta achava muito violento e pensava como alguém pode gostar de fazer isso! Jamais vou fazer isso. Deu tão errado!
Depois de um (bom) tempo já estava treinando sem aparadores. O que significa, em outras palavras, bater efetivamente em alguém. E só quem já ousou a pisar em um tatame vai compreender o respeito que é preciso ter com o outro para treinar dessa maneira. Parei no meio da brincadeira por problemas técnicos. Minha lente rasgou, voltei a usar óculos e tive que voltar aos aparadores. (por pouco tempo eu juro)
Ganhei um esporte para chamar de meu e uma academia para chamar de minha! Minha coordenação motora, reflexo e poder de concentração aumentaram. Minha confiança também. De alguma forma saber que você aguenta 1 hora de exercícios pesados e que é capaz de dar um soco e um chute – mesmo que isso jamais seja necessário - te fazem uma pessoa menos frágil. É uma pitada de ousadia e garra que gosto de acrescentar à minha feminilidade.
Na semana passada, assisti ao meu segundo evento de MMA – Mixed Martial Arts – o antigo vale tudo. Eu, quem diria! Estava na arquibancada, uniformizada. E como eu estava errada!
É digno de aplausos o que se vê no ringue. São sonhos colocado à prova. É uma luta, não uma briga! É um esporte e como outros, tem suas regras, sua beleza ! E que me desculpem os outros, mas não tem nada mais emocionante do que ver alguém que você conhece em cima do ringue. Não tem como não gritar, bater palmas e puxar o coro com o nome do lutador. E não tem como não explodir vendo que ele consegue se desvencilhar do adversário e acertar àquele golpe! Não tem como não ficar rouca torcendo por alguém que mesmo machucado consegue entrar, dar show e humildemente oferecer a vitória ao amor da sua vida e agradecer respeitosamente ao adversário.
Mudei de ideia sobre o MMA, que bom!
Um comentário:
Que lindo loirão!!!
Da vontade de mandar esse texto para as revistas especializadas em lutas!
Vc consegue transmitir muito bem,característica tua, a emoção de praticar o esporte, torcer pelo companheiro de equipe e ainda ser romãntica!! Lendo teu texto, voltei a estar no evento, lendo teu texto me animo mais para treinar.Valeu loirão!!
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