Horriver...




Gente ...esse link foi postado pelo Mauricio de Sousa em seu Twitter e eu incluo aqui como minha singela - e bem humorada - homenagem ao Michael Jackson. No vídeo Triller virou Horriver e ganhou a dublagem do meu personagem preferido do cartunista ( e que ainda não ganhou versão jovem em Mangá) o nosso caipira - Chico Bento!

Eu rachei de rir ....

Febre de passarinho...




“Não é um novo tipo de Influenza, mas está se espalhando mais que vírus... e acaba de me pegar!”


Alguns podem dizer que demorou...o fato acabo de abrir minha conta na mídia social mais falada dos últimos tempos, o Twitter. E o melhor de tudo, estou amando!

Já tinha lido muita coisa a respeito do espaço, já tinha ouvido muitas críticas, li que a maioria que entrava desistia em menos de um mês, que tudo isso era passageiro! E eu ...já estava quase começando a fazer um o pré-julgamento da página do passarinho, que tem como pergunta principal um What are you doing?

Até bem pouco tempo atrás pensava eu ...porque eu quero saber o que as pessoas estão fazendo? Porque eu quero saber se fulano está no telefone, se beltrano está assistindo TV, se está comendo, fazendo uma seção de fotos, entrevistando alguém ou se acabou de voltar do banheiro?!!!.

Até que li uma incrível comparação entre ser um usuário do serviço e ser freqüentador de um bar. Resumindo, no texto (se quiser ler intero clica aqui) o autor gringo diz que você vai ao bar “Porque é a sua praia. A sua praça. É onde seus amigos estão. É onde você faz novas amizades. É onde você vai porque, às vezes, ser inteligente e divertido apenas na sua mente não leva a lugar nenhum”

E dizia também que “se você se você sentar perto de pessoas que estão falando alto ao celular, soprando fumaça de charuto na sua cara ou dando em cima de você, sim, provavelmente o local será nojento e horrível. Se você encontrar um canto onde um grupo de pessoas inteligentes e interessantes estão conversando sobre coisas inteligentes e interessantes, o local será envolvente e aconchegante. E divertido”

Pois entrei! – não sem antes um bom estímulo da amiga e jornalista Nathana Lacerda
E logo de cara fui procurar pessoas que gosto e admiro. Em menos de uma hora já estava “seguindo” mais de 20 pessoas! Entre elas amigos e pessoas como: Marcelo Tas, Rafael Bastos, Nando Reis, Lauro Jardim, Fernanda Young, Mauricio de Souza, as revisas Superinteressante e Trip,

Pra quem não entendeu muito o que isso significa, é mais um mote da descentralização da informação! Pela página do passarinho acompanho algumas informações que esses caras ai selecionam, o que eles estão lendo, quais são suas opiniões, quais são suas declarações pessoais – sem intermédio de um jornalista – encontro dicas de sites, textos e vídeos bacanas e posso falar diretamente com eles – como não faria de nenhuma outra maneira. Incrível não?

Pode ser que esse bar saia da moda.... que as pessoas legais parem de frequentá-lo.... que eu mesma, de uma hora para outra decida parar de ir lá! Sim pode! Por enquanto estou adorando...

Se quiser...que siga-me os bons

www.twitter.com/taibueno

Eu mango, Tu Mangá ...




Há algum tempo tenho na janelinha do MSN essa caricatura minha com desenho em estilo Mangá. Muita gente me pergunta quem fez e ai vai o segredo. É do portal Face Your Manga, no qual com alguns comandos simples - e muito bom humor - é possível criar o bonequinho ou a bonequinha com olhos, sobrancelhas, cabelos, boca, nariz e roupas personalizadas. É só usar a criatividade!
depois me conta como ficou a sua ...

Relatividade Jornalística



Apenas para registrar, tenho ficado um tanto incomodada com algumas declarações que tenho visto de certos jornalistas – renomados inclusive – não sei se podem ser classificadas como um sensacionalismozinho desnecessário, a falta de algumas informações, a escolha dos termos errados ou simplesmente descuido.

O fato é que me espantei outro dia vendo uma matéria sobre aquela turbulência que o avião da TAM – Air Bus 330, lembra? - sofreu. Depois de falar com alguns passageiros sobre o medo e os machucados que o incidente causou, o jornalista global – Alan Severiano – apareceu falando sobre os dois sistemas que ajudariam o piloto a detectar o fenômeno meteorológico que causou a tal turbulência. O primeiro eram as informações vindas da torre de comando por meio do rádio e o segundo radar existente no avião que conseguia detectar a presença das tais nuvens a 60km de distância.
A questão é que da maneira como ele disse, a ideia que se tinha era a de que o piloto dispunha de uns três dias pra pensar no que fazer. Há quantos km por hora vai um avião comercial? Então sobra quanto tempo mesmo para o piloto analisar e saber se precisa desviar? Eu que não sou expert em Física tão pouco em aviação, mas fiquei com a sensação que tinha algo estranho no ar, sei lá!

Outra que eu vi – também no Jornal Nacional – foi o repórter correspondente dos Estados Unidos dizendo que era a primeira vez que o presidente Barack Obama enfrentava a oposição militarizada da Coréia do Norte. Não sei se estou ficando chata, mas gente amiga, claro que é a primeira vez...ele está no governo há apenas alguns meses!

Ontem o espanto veio de uma revista segmentada, que registrou sem dó nem piedade o CRESCIMENTO NEGATIVO – valha-me deus ainda estou tentando entender como isso é possível – do mercado pet.

Santa Clara que nos proteja
Amém

Sobre a maldade...


Mentira por mentira
Eu também posso inventar


Hoje não dá... hoje não dá. Vou consertar a minha asa quebrada

E descansar
(Os Anjos – Legião Urbana)

Tem Hífen?





Ônibus Para São Paulo
O que significa: Estão pedindo ônibus para a cidade? Algum ônibus parou a cidade por algum motivo? É verbo ou artigo?

Desde que as ideias perderam os acentos alguns conceitos gramaticais precisaram ser desempoeirados da minha cachola. Outro dia achei até engraçado quando minha mãe surgiu do quintal lá de casa surpreendida porque tinha acabado de ouvir no rádio que micro-ônibus agora se escrevia assim, separado! Tá certo, a regra começa a valer mesmo a partir do ano que vem, mas no trabalho resolvemos adotar as modificações desde o início de janeiro. Confesso que não engrossei e a lista daqueles que faziam campanha contra as mudanças, achei que era muito barulho por nada ficar protestando por causa de acentos, tremas e hífens, mas tenho sofrido com a tal reforma.

Concordo com o fim do trema, acho até que ele já vai tarde, eu não escrevia nada com trema há séculos, quem insistia em botar – e ainda insiste – os pingos nos us era meu corretor do Word. Mas sabe, tenho sentido arrepios cada vez que vejo alguma estreia ou plateia... E cá entre nós, andei trocando os pelos dos textos que escrevo sobre cães, agora uso pelagem. Um jeito de diminuir o estranhamento!

O mais penoso para mim tem sido o hífen. Eu não entendo o hífen!
Gente de Deus, a pergunta que mais se ouve por aqui é. Tem hífen?
Está difícil me habituar com a ultrassonagrafia, a autoescola, micro-ondas. Tenho, já li e já reli as regras, mas não me canso de tentar entender. Quando é separado, quando dobram as vogais, quando o sinal gráfico aparece?
A julgar pelo que vi outro dia desses em revistas de grande circulação eu não estou sozinha nessa. A Vida simples (Editora Abril) publicou em sua última capa um auto-sabotagem bem grande. Enquanto a Superinteressante (Editora Abril) em uma matéria brilhante sobre a farsa das dietas (prometo um post só sobre isso) mandou um autosabotagem.
Definitivamente, eu não entendo o hífen!

Seria bem mais fácil se a regra tivesse ficado como sugeriu o meu namorado. Junta tudo e esquece o tracinho!

Hare Baba



Dia desses parei para uns minutos no canal global para não dormir enquanto o CQC não começava e fui surpreendida por uma lição da cultura indu-tupiniquim da novela “Caminho das Índias” – por falar nisso, gente a novela está na metade e até agora ninguém explica o fato do povo que mora em um país asiático falar português na novela. Os personagens vivem na ponte área Brasil-Índia e todo mundo se entende! Vendo a novela, os mais desavisados podem achar que lá das duas uma: ou os indianos também estão se habituando com a nova reforma ortográfica da língua portuguesa, ou na pior das hipóteses, além da capital do Brasil ser Buenos Aires, andarmos pelados no meio da selva, aqui se fala um dos 400 idiomas oficiais do país em questão – mas voltando o ensinamento.

O resumo da cena é mais ou menos o seguinte. Na cozinha de uma das casas as indianas, que agora precisam se acostumar com uma firangue estrangeira na família comentam nossos costumes indignadas. A conversa ia por esse lado, uma dizia que a gente não usa maquiagem para ficar em casa, a outra que a gente não usa seda para ficar em casa, e outra quase horrorizada que a gente não se enfeita pra ficar em casa. Que nós só fazemos isso quando vamos para rua! E uma das mulheres finaliza com falando sobre a duração dos nossos relacionamentos amorosos e a fidelidade de nossos companheiros.

É algo a ser pensado!

Eu não nasci de óculos




Sempre me questionaram o porquê de eu tirar os óculos para aparecer em fotos. Minha resposta era sempre bem humorada e fazia menção a esse trecho – título – da música dos Paralamas. Pouca gente entendia, afinal me descrever incluía, inevitavelmente, o cabelo enrolado e óculos. Para os outros essa era uma das minhas referências pessoais. Para mim não! Não é exatamente que eu odiasse meu companheiro de tantos anos – uso óculos desde que apaguei a velinha com formato de número três de um bolo em formato de coelho – mas sempre achei que eles me limitavam e, de uma certa forma, me escondiam. Até gosto da armação marrom com listinhas pretas que aderi desde o final da faculdade, elas me dão o tal ar intelectual e descolado que todos os ensinamentos de “como fazer a escolha certa de seus óculos” repetem, mas eu queria um algo mais.
Sou uma eterna admiradora da capacidade que o ser humano tem de criar, por isso, não canso de me admirar minhas lentes de contato. Pensar que os 9,25 graus que estavam naquele vidro que precisava de uma armação de acetato para ficar apoiada sobre o nariz e orelhas, agora estão concentrados em uma gelatinazinha meio transparente, meio azul que – com ajuda de uma loção específica – grudam com uma facilidade absurda na íris dos meus olhos é sensacional! Engraçado é ver que quem nunca usou óculos na vida nem sempre entende essa conquista. Por isso resolvi registrar o que muda quando a gente troca os vidros pela gelatinazinha.
Água não é mais um problema – Seja em estado líquido ou gasoso. Mesmo que o chocolate, o café ou o chá estejam quentes quando chegarem próximos à boca, a visão não fica embaçada. Também dá pra aproveitar a chuva sem ter o efeito gotinhas no pára-brisas.
Troca um pelo outro – Só quem usa óculos de grau alto sabe a frustração que é não poder escolher óculos de sol que combine com seu estilo, que esteja na moda ou coisa assim. A limitação é àqueles nos quais é possível colocar graus e acredite, são pouquíssimos. Usar óculos como acessório sob a cabeça também é algo impensável quando os de grau nos acompanham.
Sem acidentes – eu sou desastrada de nascimento, isso é fato, mas sem os óculos dá pra beijar, beijar e beijas sem machucar o namorado quando você vira o rosto de repente. Também não vou mais precisar – eu juro que teve professor que me disse isso quando eu era pequena – escolher se eu tiro óculos e fico sem enxergar ou se eu me arrisco na prática de esportes.
Fim do escorrega – por falar em esporte, outra vida não precisar ficar levantando os óculos que escorregam com o suor, tarefa especialmente difícil com luvas de boxe.
Em 3D - essa é a mais difícil de explicar, com os óculos a visão periférica fica limitada, a sensação que eu tenho – agora que conheço a outra maneira de ver – é de que via tudo apenas em duas dimensões. É como comparar Mário Broz (Super-Nintendo) com Residente Evil (Playstation)
Paras as meninas – perdia um tempão no esquema lápis-sombra-primeira camada de rímel e segunda camada de rimel – para ser humano nenhum notar que eu estava maquiada. Agora abuso de mais esse recurso e dá-lhe cores.

Dá um certo trabalho, dá
Incomoda no começo, incomoda
Mas prefiro esperar cirurgia corretiva, abusando desses recém descobertos prazeres

Ah ... outra coisa que mudou também é que agora não preciso mais tirar os óculos para as fotos...

Sexo Oral







Gente, confesso que sou assídua leitora dos veículos destinados a mulherada. Em parte por causa do meu trabalho com assessoria de imprensa, porque nós mulheres somos as primeiras a achar cães e gatos – grande foco da maioria dos nossos cliente – as coisas mais cuticutis e ownnn do mundo, por isso chove pedidos aqui desses veículos. Então, tenho acesso aos mais diferentes portais, blogs, revistas e jornais destinados a esse público. E por incrível que possa parecer o assunto que mais figura nestas mídias é o tema sexo

Pena que só são publicadas coisas do gênero: Vire uma gata selvagem e enlouqueça – o; 200 maneiras de enlouquecer seu homem na cama; deixe ele completamente louco. Quando variam, os temas giram em torno da localização das zonas erógenas (estou para ter notícias de alguém que disse um palavrão como esse na hora do sexo) e como localizar os pontos G, H, F, W.

Toda essa enxurrada de informação me leva a algumas conclusões e traz algumas dúvida também. A primeira delas é que a mulherada que se diz muito moderna, libertária e coisa e tal, está mais uma vez focando a sua vida no outro e ai como diz um colega, azeda o pé do frango! Ô mulherada, fazer sexo não deveria ser algo espontâneo, divertido e prazeiroso primeiro para si mesma? Pra que seguir uma receita de bolos, uma etiqueta social na hora do rala e rola – passo número um sinta-se desejada, passo número dois faça cara assim ... e assim por diante. Além de provar que somos as melhores no trabalho, as mais saradas, as mais mais em tudo, parece que temos que provar também que somos multiorgasmicas!!!

Pior é que a maioria das tais dicas e descobertas fantásticas se repetem e repetem, talvez fosse o caso de revezar um pouquinho e publicar algumas dessas matérias nos portais masculinos e trazer as deles – que tem como grande foco o lema: aproveite a vida – para as páginas femininas. ou quem sabe aceitar o desafio de uma amiga jornalista e criar um portal diferente com matérias do tipo: Não transo em locais públicos!

Um pouco de romantismo...



Precisa escrever um texto?

foto Fábio Oliveira - Quinzinho de Barros- Sorocaba/ SP

Para não dizer que não falei das Flores



as rosas são símbolos da delicadeza
do eterno
do simétrico
são iguais em sua maioria
são o sinônimo de perfeição

a beleza do hibisco repousa na imperfeição
na originalidade
de suas formas e texturas
na explosão de cores
que ora se mesclam
ora se decompõem

e eles são belos
no plural
ou no singular

florescem o ano todo
preferem a liberdade
estão do lado de fora

são democráticos
adornam os cabelos
estampam a parede
a roupa, a pele

Os hibiscos
são símbolo nacional do paraíso
do afrodisíaco
terra das ondas perfeitas,
da vida mansa e danças em hula

Regem o signo
dos que se abrem pro mundo
dos que doam de si
dos que tem sede de conhecimento

Se os girassóis buscam a luz
se a posição ao sol determina sua direção
sua vivacidade e aparência
se a claridade dita inclusive seu tempo de existência

os hibiscos também preferem a luz
exibem todo seu esplendor nos dias brilhantes
mas se fecham, apenas
se recolhem nos dias escuros
em um estado de semi-hibernação
esperando condições favoráveis
para se abrir novamente
e exibir toda sua inquietude





(título emprestado de Geraldo Vandré)
foto: Tay Bueno - Quinzinho de Barros - Sorocaba - SP